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Voltando a um assunto morno

Publicado por Julio Anjos em 2009, 14 de Abril

Considerando que (segundo Laudon & Laudon) existem 4  tipos de mudanças estruturais viabilizadas pelas tecnologias de informação:

  • Automação (Automation):  Permite realizar tarefas mais eficientemente e com maior eficácia
  • Racionalização de Procedimentos (Rationalization of procedures): A agilização de operações regulares eliminando ‘gargalos’ de modo a que a automação torne as tarefas mais eficientes
  • Reengenharia de Processsos (Business process reengineering): Analisa, simplifica e redesenha os procedimentos normais da actividade com o objectivo de redução de custos do conjunto de actividades
  • Mudança de Paradigma (Paradigm shift): Re-conceptualização da natureza do ‘negócio’ e da natureza das organizações

Segundo os autores do grafo as formas mais comuns de mudança organizacional são a automação e a racionalização, São lentas e mudam pouco de cada vez, apresentam pouco retorno, mas também pouco risco. Os comportamentos mais rápidos e abrangentes- como a reengenharia e a mudança de paradigma- têm altas recompensas mas também substanciais hipóteses de falhar.

Estes riscos devem-se à extensão da mudança organizacional que é necessário levar a cabo para conseguir mudanças tão profundas, e à dificuldade em a “orquestrar”.

Pouco adiante os autores afirmam o seguinte: Uma das decisões estratégicas mais importantes que uma organização pode tomar não é decidir como usar sistemas de informação para agilizar os processos de negócio, mas compreender quais os processos de negócio que precisam de ser agilizados (…) Quando os sistemas de informação são usados para fortalecer um modelo ou um processo de negócio errado , a organização pode-se tornar mais eficiente a fazer o que não deve continuar a fazer (Hammer, 2002 ). Como resultado, a organização torna-se vulnerável à concorrência que tenha descoberto um modelo de negócio mais apropriado às circunstâncias envolventes. Para não falar o considerável esforço e tempo que pode ser gasto a melhorar processos que têm pouco impacto na performance e receitas globais da organização.

in Management Information Systems, Capitulo 13 Building Information Systems, secção 13.1: Systems as Planned Organizational Change

Este conceito (“Tornar-se muito bom a fazer a coisa errada”) tem-me apoquentado desde que o absorvi, e o equacionei no contexto das profissões da Informação face à sociedade actual.

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POSI – Reflexão: Arquitectura Empresarial

Publicado por Julio Anjos em 2009, 9 de Abril

A vertente “System Architect” foi bastante interessante e frutífera.

Demonstrou-me que há muitos informáticos a tentar fazer o trabalho de cientistas e técnicos de informação, com resultados muito aquém do possível, porque não têm bases teóricas nas ciências da informação (não lêem, nem conhecem,  Lancaster ou Malheiro), ao mesmo tempo que me confirmou que há muitos cientistas e técnicos de informação a fazer trabalho medíocre porque não têm ferramentas práticas (System Architect por exemplo) e técnicas desenvolvidas à volta de Business Process Management pelos engenheiros do IST.

O facto de não ter memória de ter visto uma matriz CRUD em GIA (na ESEIG) provoca-me ainda muito pesar. Mas acho que a ideia de a aplicar na análise de informação gerada numa empresa ser invenção do IST.

 

09-04-2009 11-58-41

In: BPB-SOA e SOP: uma Framework e Metodologia para SOA orientado ao negócio -  Autoria de "Link Consulting, S.A." (Armando Vieira, Pedro Sousa, et. al.)

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POSI – Reflexão: ANÁLISE DE DECISÃO

Publicado por Julio Anjos em 2009, 9 de Abril

As duas aulas com o Professor Bana e Costa, nos seminários do terceiro trimestre, foram também daquelas que transmitiram conhecimento novo, mudaram atitudes e foi porventura a única que teve momentos “jaw dropping”.

A condição de JAVArdo de serviço impediu-me de participar com mais tempo e neurónios no trabalho de grupo realizado sobre o assunto que consistiu, no meu grupo, na procura de uma decisão para a minha indecisão, premente na altura, entre as diversas escolhas disponíveis de pós-graduação em Gestão.

Objectivos:
A capacidade de tomar decisões é apontada pela maioria dos executivos de topo nas organizações como o atributo mais importante para uma gestão bem sucedida. O objectivo da disciplina de Análise da Decisão é ensinar métodos para ajudar a melhorar a tomada de decisões nas organizações públicas e privadas, na indústria e nos serviços, em problemas complexos de contextos diversos: de incerteza, de risco, de múltiplos objectivos, de avaliação de estratégias alternativas, de alocação de recursos, de decisão em grupo, de negociação.

A descrição dos objectivos do módulo não fazem justiça nem conteúdo nem à arte pedagógica do docente.

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POSI – Reflexão: Estratégia e Sistemas de Informação

Publicado por Julio Anjos em 2009, 9 de Abril

As aulas de Luís Todo-Bom são inesquecíveis… a aula de Implementação, mas que ficou gravada na minha cabeça como sendo de “Engenharia de Mudança”, fez tudo o que uma boa acção educativa e formativa deve fazer: transmitiu conhecimentos e mudou atitudes!

Mantenho até hoje uma fotocópia do 6º Capitulo do Implanting Strategic Management na minha mochila. Quando não tenho mais nada de urgente vou reler um bocadinho.

Meu conselho à comunidade: desconfiem de estabelecimentos de ensino de Gestão que não tenham um exemplar na biblioteca… é o mesmo que um estabelecimento de ensino de ciências da informação não ter uma cópia do Lancaster.

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POSI – Reflexão: Gestão de Projectos

Publicado por Julio Anjos em 2009, 9 de Abril

Tive a sorte de estudar Gestão de Projectos sob uma grande equipa de pedagogos da matéria tanto no POSI (veja-se a equipa do mestrado do ISCTE), como na ESEIG sob o Engº Lino Oliveira (ainda que neste case segundo o Project Management Body of Knowledge).

As duas formações sobrepuseram-se e reforçaram-se mutuamente.

A certificação IPMA Level D era inevitável e será muito útil ao longo da vida.

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POSI – Reflexão – Programação

Publicado por Julio Anjos em 2009, 9 de Abril

Muitas competência adquiridas em JAVA, jamais “to be used ever again”.

Muitas competências adquiridas em Programação Orientada a Objectos: muitas, para empregar sempre que possível.

Vi-me um dia a usar StrategyFactory; fiquei admirado com o facto de a teoria ter pegado no trimestre anterior.

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POSI – Reflexão – Programação em TEAM

Publicado por Julio Anjos em 2009, 9 de Abril

Uma competência social importante que correu muito bem no 1º trimestre com o Paulo Marcelino e o Paulo Amaral. O trabalho proporcionava-se a programação a 6 mãos, partindo de uma base muito idêntica de falta de experiência de programação em java.

No 2º e 3º trimestre foi muito difícil ser o JAVArdo de serviço em cada grupo em que estive integrado.

Os trabalhos, pretensamente de grupo, espelham e projectam todos os meus defeitos como programador e como designer.

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