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Memórias do POSI: 3: Axiomas

Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio

A informação é tão relevante como Sistemas de Informação e Processos de Negócio.

A falta de consciência deste pressuposto provoca SEMPRE o desalinhamento de Sistemas de Informação e Processos de Negócio.

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Memórias do POSI: 2: Axiomas

Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio

A Arquitectura Empresarial assenta em três pilares:

  • Processos de Negócio
  • Sistemas Informáticos
  • Informação

Entre cada um destes pilares tem de ser verificar um alinhamento correcto, e o conjunto tem de estar alinhado com os objectivos, missão e visão da empresa.

Cada um dos alinhamentos pode ser optimizado individualmente.

A optimização de qualquer um dos alinhamentos pode degradar a optimização dos outros alinhamentos.

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Memórias do POSI: 1: Axiomas

Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio

Axioma básico do paradigma da arquitectura empresarial conforme apresentada no POSI:

Uma organização é uma orquestração de pessoas e máquinas, operacionalizando processos que acrescentam valor quer a nível interno, quer nas transacções com os agentes exteriores com cujas cadeias de valor está integrado.

De algum modo já tinha esta atitude ‘embrenhada’ mas nunca, antes, a tinha visto, cristalizada de maneira tão firme e clara; muito menos tinha estado perante um grupo de profissionais e pedagogos que se regem, no dia a dia, por este modelo.

Em várias aulas de Licenciatura, pouco antes do POSI, defendi acaloradamente que o problema de muitas intervenções informáticas era a secundarização das pessoas considerando-as meros “button pushers”.

No POSI encontrei uma vivência ‘informática’ em que as pessoas têm ascendência.

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Pode uma empresa ser dirigida por uma pessoa que não percebe de informática?

Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio

A afirmação é de José Triblet e está perfeitamente alinhada com o  pensamento do Engº.

Oracle debate transformação do negócio, Claudia Sargento, Semana nº 927 de 8 a 14 de Maio de 2009

É aliás muito simples de demonstrar: como é que alguém que não percebe nada de informática pode fazer a análise de envolvente estratégica e a de envolvente operacial? Como pode tal pessoa analisar / contextualizar o impacto que as TIC têm nos seus clientes e fornecedores? Prever o uso que os concorrentes vão fazer das TIC? Detectar a emergência de novos produtos e produtos substitutos viabilizados pelas TIC?

E não estou a falar de um “gerente” que sabe, ou não sabe, usar o Word, ou o Excell! É da “gerência” que se pretende “de visão”.

O Eng. Luis Borges Gouveia deu-me troco no FaceBook:

Luis Borges Gouveia às 10:07 de 13/5

Talvez mesmo, nem o botequo mais analógico que encontre… (até porque este não terá condições de sobrevivência)

Ao que eu respondo: Pode dirigir uns “botecos analógicos” mas a clientela vai-se reduzindo… reduzindo… e quando os clientes “analógicos” de acabarem… o negócio está terminado.

O que me faz tremer à noite é que estas afirmações aplicam-se também a bibliotecas!

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MOSS @ ISCTE : Silêncio Ensurdecedor

Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio

13-05-2009 9-16-29

E no entanto todos os meus emails continuam por serem respondidos…

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Qualuqer profissional de informação suficientemente avançado é indistinguível de um mago!!!

Publicado por Julio Anjos em 2009, 12 de Maio


Mary Ellen Bates em campanha eleitoral na S.L.A.

Note-se também a 1ª pergunta cuja resposta se baseia na gestão da mudança de um contexto torbulento (que me faz lembrar muito as lições de Igor Ansoff sobre a diferenciação da gestão de mudança em ambientes torbulentos e em ambientes calmos).

Para bom entendedor meia palavra basta.

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Nó cego… afinal o que sou?

Publicado por Julio Anjos em 2009, 11 de Maio

Num registo para uma mailing list de um MLIS nos EUA aparece-me este quadro:

No contexto americano sou um “Latino”? Na Europa num hesitaria em me considerar um Caucasiano! Quando muito um Ibérico… Mas latino? Afinal “latino” inclui espanhóis, franceses, italianos e romenos!

Americanos continuam parvos!

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