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IATUL: Teresa Lago e os 32 Milhões de Livros

Publicado por Julio Anjos em 2006, 25 de Maio

Sobre a sua colaboração com o projecto da biblioteca digital europeia:

2.5*109 livros serão digitalizados, o que quer dizer 2.500.000.000. Tantos quanto as estrelas na via láctea!

1.6 * 10 6 horas de video

2 * 10 6 horas de audio

E uma tentativa muito séria de reformular a estrutura de direitos de cópia e do que significa “depósito legal”.

Portanto os 32.000.000 livros únicos disponíveis nas bibliotecas americanas … são apenas uma gota no oceano.

PS: tenho de fazer isto em inglês e mandar a Kevin Kelly, mas tenho de encontrar as fontes que apontam os 2.5 biliões de obras indicadas na biblioteca digital europeia. Afinal de contas, decerto que poder pesquisar todos os livros europeus (pelo menos os que estão em depósito legal) é também muito importante para os americanos….

PPS: E asa traduções. Não é tão importante digitalizar e pesquisar as traduções e os originais? Claro que o versioning control vai precisar de uma ou duas teses de doutoramento em gestão de informação, mas vale a pena.

Seja como fôr esta informação torna a EDCL de Alicante tão relevante…

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IATUL: Ann Cleary – Dundalk Institute of Technology

Publicado por Julio Anjos em 2006, 25 de Maio

A 1ª foi muito interessante apresentando um relatório sobre a implementação de programa de ILIT numa univsidade Irlandesa. Um dos problemas apontados foi a falta de preparação dos bibliotecários para a formação. Mas tudo correu bem… Têm “Life Skills Module” em que vão incorporar a formação sobre acesso e avaliaçao de informação

Uma das coisas que aprendi: Myers-Briggs Type Indicator.

Este programa / problema parece ter sido muito importante para o desenvolvimento dos bibliotecários envolvidos.

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IATUL: Teresa Lago e a relevãncia das bibliotecas

Publicado por Julio Anjos em 2006, 23 de Maio

“Acham vocês que as bibliotecas estão em perigo? O que hei-de eu dizer dos observatórios! Jã não é o mesmo que à uns anos, reinventaram-se… mas funcionam muito melhor agora! De certeza que as bibliotecas saberão refundar-se.”

“Os observatórios… já lá não vamos… usam-se remotamente, e até funciona melhor assim. Talvez as bibliotecas já não sejam lugares aonde se precise de ir.

“No ensino a revolução é ainda maior. O binómio professor-livro já não é a única fonte de conhecimento. Conhecimento precisa de estruturação para ser útil. A informação precisa de estruturação para ser conhecimento”

“O professor deixa de ser uma fonte para ser um ‘sampler‘, ‘selector‘, ‘pointer‘ e ‘guide‘”

“Portanto os bibliotecários e as bibliotecas precisam de identificar um novo papel, nesta nova ordem. Um papel mais largo: auxiliar/assistir sobre o que é possível fazer e como fazê-lo, conhecimento de banda larga sobre os recursos disponíveis no mundo sua estrutura e conteúdo, interligar fontes e serviços de informação, apresentar-nos o que há de novo.”

“Num mundo científico de fronteiras cada vez mais esbatidas entre as diversas ciências, o que quer mesmo dizer ‘conhecimento interdisciplinar’? A ciência é um continuum”

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IATUL: Jenny Walker

Publicado por Julio Anjos em 2006, 23 de Maio

Coisa interessante: considere-se o Google Scholar

Pesquise-se por “serial”, o resultado é 972.000

Pesquise-se por “serials”: o resultado é: 53.800

Qual o resultado que seria de esperar fazendo “serial or serials” ou mesmo “serial | serials”? Mais de 972.000, certo? Experimente você mesmo!

O resultado de “serial -serials” é também matematicamente estranho.

Parece que o google é como os computadores portugueses conforme definidos por Raul Solnado à muitos anos: os computadores portugueses, não computam … apenas fazem uma idéia!

Ou será que o googleplex já saiu do nosso universo e está num em que π=3?

Parece que a investigação original é de Peter Jacso; Tennant tanbém se debruçou sobre isto.

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IATUL: Portugal tem bom café.

Publicado por Julio Anjos em 2006, 23 de Maio

Afirmação de Judith Peacock: “Não me interessa quem ganha 2009, ganha um país de bom café! Portanto venho, seja Lisboa, seja Roma!”

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IATUL: Judith Peacock

Publicado por Julio Anjos em 2006, 23 de Maio

It’s not a lecture, it’s an experience!!!

A esta apresentação deviam ter assistido todos os responsáveis de todos os cursos de LIS de Portugal, sejam as licenciaturas, os mestrados, as pós-graduações, e todos os presidentes de associações profissionais relacionadas com o conhecimento e a informação.

Porque o problema que está em causa é de importância estratégica para as profissões de LIS e para todos os países que querem ser alguém no mundo.

Mas, como ela me confidenciou no intervalo seguinte, as escolas de LIS, mesmo as australianas estão a desenvolver novos módulos de ensino de catalogação, não a embeber nem as competências de IL nem as competências de transmissão de competências de IL!

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IATUL: Reflexões suscitadas pela intrevenção de Alberto Amaral

Publicado por Julio Anjos em 2006, 23 de Maio

No contexto da Universidade como fornecedora de serviços temos um serviço directo ao aluno e um serviço indirecto à sosciedade.

Nas Universidades ditas públicas o preço do serviço é partilhado entre o aluno e a sociedade, nas universidadfes privadas o serviço é pago exclusivamente pelo aluno.

Pergunta: no fim a quem deve a Universidade responder, ou seja, quais os verdadeiros clientes? Os alunos (meio de produção, matéria prima transformável) ou a sociedade que é a usofruidora final.

A que anseios responder? Aos de empregabilidade dos alunos, ou aos de utilidade para a sociedade?

Bolonha vem mudar este paradigma: a Universidade rende-se à Sociedade “política” produzindo trabalhadores de banda larga ao invés de produzir pensadores de banda larga.

Como discentes ganhamos ou perdemos com este paradigma?

E como sociedade?

E se prespectivar-mos o facto de os alunos, do ponto de vista da Universidade, serem ‘barro’ a moldar… temos, enquanto alunos tanta ‘leverage’ como o barro nas mão do oleiro?

Os alunos universitátios que fizeram o ‘mooning‘ ao ministro da Educação já se formaram…. calhando até pagaram as propinas que protestavam, e nós estamos todos a pagar… a pagar para sermos moldados no sentido de satisfazer uma encomenda sobre a qual não tivemos voz activa.

Poderiamos alguma vez tê-la?

O contrato feito à umas centenas de anos, quando as ordens pedagogas pediram o estatuto de ‘universitas’ para o mosteiro da Sorbonne, está a ser traído?

Será licíto a esta geração de docentes e responsáveis universitários renderem-se às marketing mixes mais em moda em cada momento?

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