o bibliotecário 2.0 (SP1)

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  1. MOSS: Planos de estudo finalmente e decepcionantes

    Se os directores do MOSS se identificaram, o Carlos Costa neste Post e o Paulo Trezentos num outro, o Demónios bem podia ter-se identificado.

    Gostaria de usar os seus serviços para encetar um diálogo com a equipa de selecção do MXGENG do ISCTE sobre os mecanismos de seriação que me tornaram inelegível para a edição deste ano e me obrigaram a procurar essas competências noutras Universidades portuguesas, como a Nova e posteriormente a Católica, e para o mestrado e doutoramento no estrangeiro ao invés de um mestrado nacional seguido por um doutoramento no estrangeiro, que para mim seria a solução mais rápida para estar em trabalhos de Doutoramento aos 50 anos, o que me dava uns 20 anos de vida activa da docência!

  2. MOSS: Planos de estudo finalmente e decepcionantes

    Parece que este Júlio Demónios fala sem ler o historial todo do Júlio Anjos (que incidentalmente é mesmo o meu nome).

    Não me apeteceu fazer o MOSS na medida em que quase tudo o o que lá iria aprender já aprendi nas seguintes condicções:

    Vida:
    Para todas as necessidades que não obriguem especificamente a MS instalo Ubuntu
    Já esqueci ASP e IIS ( para não falar do meu bom Clipper, Pascal, DBase][, etc)
    Sou anormalmente fluente em PHP, JAVA e APACHE, JavaScript e AJAX
    O RAD em todos os meus portáteis e desktops é NetBeans
    O firebug é companheiro inseparável em todos os meu browsers

    Formação:
    Frequente vários Certified da MS em Visual Basic e MS SQL
    Frequentei o POSI que ensina SQL e OOP depois aplicados via MS SQL e Sun Java, com design aplicacional em System Architect

    Actividade:
    Tenho um serviço, o bibliorandum, disponível na net, desenvolvido em PHP, XML (RSS e OAI-PMH) e Google Custom Search Engines
    Tenho um serviço, o bibliothetic, disponível na net, desenvolvido em PHP, Zend e GoogleData
    O meu servidor internet funciona com uma distribuição de linux fabricada por mim e um amigo meu completamente à medida das minhas necessidades

    Portanto… o MOSS ia-me permitir transformar os meus quase 30 anos de Informática, num grau de mestre, tendo ainda por cima que voltar a pagar por algumas das valências.

    Desculpe lá, sr Demónios, mas prefiro gastar dinheiro em formações que me ensinem alguma coisa: não tendo havido ligar no Mestrado de Executivo de Gestão do ISCTE, estou a fazer o Curso Geral de Gestão da Universidade Nova e a preparar a candidatura a mestrados de Gestão de Informação no estrangeiro, nomeadamente San José UC, Washington State e Aberystwyth (UK)

    Portanto vá chamar HelpDesk Microsoft a outro.

    Não seria aliás, neste momento, capaz, de fazer help desk a nada da MicroSoft.

  3. IFLA2009: A Conferência …

    2012 será Helsinquia na finlândia, o sítio mais longe da Oeania que o planeta pode eferecer.
    2013 será a Ásia-Pacífico, provavelmente a Malásia , ie: Kuala Lumpur
    2014 … quem sabe! Talvez Portugal esteja tão má em termos de cultura, bibliotecas e acesso a informação que a direcção da Ifla deseje passar por cá para nos envergonhar. Suspeito que Porto Rico é por causa disso.

  4. MOSS: Planos de estudo finalmente e decepcionantes

    Lá nos veremos

  5. MOSS: Planos de estudo finalmente e decepcionantes

    Caro Carlos Costa, até que enfim que alguém do MOSS fala comigo.

    A exigência tem facetas subjectivas para o formando e para mim é baixa porque “gestão de sistemas de bases de dados” já tive certificação num ciclo Solution Development da Microsoft, na Licenciatura e no POSI. Portanto a gestão de sistemas de base de dados em MySQL que parece ser o que o MOSS faz, não me parece muito exigente.

    Para pagar pelo canudo, prefiro pagar por um canudo em que aprenda alguma coisa, e que valide os conhecimentos apreendidos no mestrado, não os conhecimentos apreendidos numa certificação Microsoft (real), Linux (potencial e mais barata) ou licenciatura de Informação e Documentação.

    A minha opinião sobre o MOSS pode estar a ser influenciada pelo facto de durante meses ter andado a pedir explicações sobre o MOSS e apenas ter sucesso depois de publicar a opinião sobre o que me estava a ser demonstrado neste blogue e no twitter.

    PS: Têm pelo menos uma disciplina com o programa em branco. Continua a não inspirar confiança.

    PPS: A candidatura ao Mestrado Executivo de Gestão mantém-se de pé e terei imensa pena se não fôr aceite.

  6. Voltando a um assunto morno

    E até de classe profissionais inteiras.

    Para mim, especificamente, a inquietude advém da dúvida de se ao aplicarmos métodos e ferramentas Web 2.0 a bibliotecas não estamos apenas “a melhorar” determinados procedimentos escondem, pelo “glitter” e auto-contentamento, a necessidade de refazer o paradigma, ie: postura no mundo e processos de trabalho.

    “paradigma pós-custodial” é um nome tão com como qualquer outro

    PS: Obrigado pela visita e pelos comentários, Nuno!

  7. POSI - Reflexão - Programação

    O composite e outros também terão ficado, não tive foi ainda imperativo de os usar.

  8. Twiteer

    Concordo consigo A.

    Efectivamente não faço nada de interessante no Twitter… só o uso.

    Queria, isso sim, dar ênfase às coisas “interessantes” para que o uso, como manter-me informado sobre o uso da palavra “biblioteca” na twitter’sfera ou das palavras chave que de outra qualquer maneira possam ser interessantes para o profissional de informação. Tenho também um alerta para a localidade onde vivo, que me informa dos acidentes que há no caminho com maior brevidade que a rádio, um outro sobre “(lisbon OR lisboa) AND earthquake”, vários sobre os nomes das empresas com que trabalho e para quem trabalho, etc.

    Quanto aos meus post’s no twitter… são para quem são…

  9. Recomendo: POSI XI

    Caro visitante e comentador.

    Tenho colegas de gestão que vão sair daqui com algumas luzes em programação e muito bem ‘iluminados’ em termos de Informática (Sistemas de Informação)… outros que vão sair daqui com grande valor acrescentado em Gestão de Sistemas e sem aprender nada de novo em programação… outros ainda sem aprender nada de novo em programação nem informática, mas com bagagem muito melhorada em gestão de projectos e em Gestão (recomendo a aula de engenharia de mudança do Professor Todo-Bom). Tenho Licenciados e Mestrados de gestão que disseram que essa aula valeu o preço completo do POSI (concordo com eles mas houve outras aulas a partilhar essa honra, principalmente as do Professor Bana e Costa). Para não falar de que quando o Eng Tribolet está inspirado… ou danado com alguma coisa, a aula ser sempre um tratado!

    Inscreva-se e venha à entrevista. Logo lhe dizem!

  10. Todo os livros em papel na biblioteca pesquisáveis em texto integral

    Claro que só funciona com livros indexados no Google Books….
    O que seria engraçado… as bibliotecas a QUEREREM que os seus acervos fossem indexados no Google Books!!!!

  11. Biblioteca Municipal de Alcochete

    Estou a fazer uma pós graduação mas não em gestão de projectos, sim em Sistemas de Informação, sendo que uma das disciplinas é Gestão de Projectos.

  12. A primeira frase das 100 mais importantes obras da Lingua Inglesa

    Engraçado…

    Americano é mesmo nhurro!

  13. Arquivos Paroquiais

    Um Santo Natal, Bruno

  14. Formação Avançada em [História de] Arquivos

    E calhando o problema é que não era mesmo para levar a sério

  15. Online Information Conference 2007

    Terei todo o prazer em partilhar notas contigo.

  16. Isto são titulos que se apresentem em biblioteconomia?

    Oi Tiago, claro que pode usar, desde que reconheça o uso

  17. Com um brilho nos olhos...

    Não era já, já… mas não perdes pela demora: ando a sonhar com umas coisas para Janeiro que vem… mas preciso de mais de 250 cadeiras e 250 pessoas pessoas a pagar!!!

  18. muziekstoelen @ DOK

    Pois… eu quando me ponho a brincar… sai disto.