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IL2006: Scholarship in Chaos! Flying High on the Web? or in Free Fall?

Publicado por Julio Anjos em 2006, 25 de Outubro

Sessão da noite!!! Três representantes de motores de pesquisa (Google Scholar,  Windows Live Academic Search e Scirus) à mercê de uns 300 profissionais de Info-Doc que se dignaram a aparecer. E foi tão giro verificar como cada um dos grupos quer coisas tão diferentes  dos mesmos dados, e no fundo como não se vão substituir uns aos outros. Os motores querem tratar os dados algoritmicamente (raio de palavra) e os Info-Doc’s querem thesauri, informação de data de publicação e até (num dos reptos lançados pela assistência) arquivo digital perpétuo multi-versão.

O Sr. Anurag Acharya da Google defendeu valentemente que o Scholar é um motor de indexação, não de arquivo, que o uso de thesauri em informação deste tipo não é um pau de dois bicos, mas um porco espinho; até a funcionalidade de pesquisa avançada (permite restringir ao autor, ao titulo, etc) era usada apenas em 5% dos casos, e destes 5%, 98% das vezes era para restringir a registos publicados nos cinco anos mais recentes. Portanto, “parece”, diz ele, “que temos um produto com utilizadores satisfeitos”.

Outra coisa que se pediu foi a indexação no Scholar e no Academic de blogs eruditos (qual a tradução correcta de Scholar?) coisa que os representantes destes serviços  imediatamente disseram que não estava nos seus planos (como decidir o que é um blog erudito, o que é o blog de um erudito, etc). Com artigos citados no XRef e na MedLine e documentos citados por estes já é difícil… portanto uma oportunidade de negócio que provavelmente a Scirus irá aproveitar.

Quando perguntados “se tivessem um irmão doente confiariam nas pesquisas dos respectivos serviços” … todos responderam que pesquisariam tudo e mais alguma coisa, para além dos respectivos serviços e os da concorrência.

O que me lembra outra coisa que ouvi ontem: uma pessoa teve de receber um tratamento com um determinado produto e a única versão disponível no  hospital nesse momento não era a mais comum. Fizeram uma pesquisa online por contra indicações e como não encontraram nada aplicaram o produto… e o paciente morreu em consequência. O único artigo em que se alertou da toxicidade potencial em certas condições nunca tinha sido digitalizado e não estava portanto disponível na web. Que é que isto nos diz? Tem a entidade de saúde responsabilidade civil e criminal?

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